Em maio, projeto literário realiza edições com os autores Déa Alhadeff (Biblioteca Municipal), Elizeu Cardoso (Livraria e Espaço Cultural AMEI) e Beto Scanssette (Galeria Trapiche).

O Literatura Mútua promove em maio três rodas de conversa com autores maranhenses comentando experiências de leitura e escrita com o público nos equipamentos culturais da Prefeitura de São Luís e na Livraria e Espaço Cultural AMEI. A programação começa na sexta (05/05) com a jovem escritora Déa Alhadeff a partir das 15h, na Biblioteca Municipal José Sarney (Rua do Correio, s/n – Bairro de Fátima). No sábado (06/05), o projeto conversa com o autor Elizeu Cardoso às 16h na Livraria e Espaço Cultural AMEI (São Luís Shopping). E na quarta-feira (24/05) Beto Scanssette fala sobre literatura e cordel a partir das 19h30 na Galeria Trapiche (Praia Grande, em frente ao Terminal de Integração). A entrada é gratuita e a mediação é da jornalista Talita Guimarães.

LITERATURA MÚTUA – Projeto literário sem fins lucrativos, idealizado pela escritora e jornalista maranhense Talita Guimarães, que visa reunir escritores contemporâneos publicados ou não, em rodas de conversa mensais sobre experiências de leitura e escrita.

Em 2016, o Literatura Mútua promoveu onze edições entre agosto e dezembro na Galeria Trapiche (Av. Vitorino Freire, Praia Grande) e na Feira do Livro de São Luís –FeliS (Centro Histórico de São Luís-MA). A primeira temporada do projeto contou com edições com os escritores: Felipe Castro (MA), Sabryna Mendes (MA), Jônatas (MA), Júlia Emília (MA), Thalita Rebouças (RJ), Ferréz (SP), Duda Veloso (MA), Igor Nascimento (MA), Gustavo Lacombe (RJ), Zema Ribeiro (MA) e Manu Marques Barbosa (MA).

Em 2017, além da Galeria Trapiche o projeto ampliou atividades com edições mensais sendo realizadas também na Biblioteca Municipal José Sarney (Rua do Correio, s/n – Bairro de Fátima), na Livraria e Espaço Cultural da Associação Maranhense de Escritores Independentes – AMEI (São Luís Shopping – Av. Carlos Cunha, Jaracati) e em visitas agendadas a escolas.

Esta segunda temporada, prevista para ocorrer entre janeiro e dezembro, conversa com Laísa Couto (MA), Elizeu Cardoso (MA), Aurora da Graça (MA), Dyl Pires (MA), Beto Scanssette (DF), Déa Alhadeff (MA), Jaqueline Morais (MA), Lúcia Santos (MA), Fernando Abreu (MA), Jorgeana Braga (MA), Frederick Brandão (MA), Sharlene Serra (MA), Rose Panet (PB) e Júnior Lobo (MA).

CHAMADA PÚBLICA – Em abril de 2017, o Literatura Mútua abriu uma chamada pública em sua página no Facebook em busca de mulheres maranhenses ou residentes no estado que produzem Histórias em Quadrinhos. Nesse sentido, procuram-se roteiristas, desenhistas e ilustradoras publicadas ou não para rodas de conversa sobre experiências de leitura e criação. O objetivo do levantamento é identificar as artistas e seus perfis de criação (interesses temáticos, gêneros, influências e técnicas).

A chamada segue aberta através de formulário online hospedado no Google Formulários no link:

https://docs.google.com/forms/d/1Xgi339xJlhTjnYheW2VIjsQ5d7zIAfexPClAmpYMu6M/edit  

TALITA GUIMARÃES – Nasceu em São Luís-MA (1989), é jornalista e escritora. Autora de Recorte! (2015) e Vila Tulipa (2007), agraciado com Prêmio Odylo Costa, Filho no XXX Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís em 2006. Edita o site Ensaios em Foco (www.ensaiosemfoco.com), escreve e ilustra crônicas às quintas-feiras para o Armazém de Cultura (www.armazemdecultura.com) e desenvolve projetos para Cinema e TV Pública em São Luís-MA, onde reside.

DÉA ALHADEFF – A ludovicense, formada em Direito, começou a escrever aos 17 anos, concluindo seu primeiro livro aos 19 anos de idade. “Os segredos de uma jovem espiã” é o primeiro de quatro livros resultantes da série “Forever a Young Spy” que superou 2 milhões de acessos na internet. Com uma narrativa bem-humorada e romântica, a série aborda o universo da espionagem protagonizado por personagens femininas perspicazes e misteriosas.

ELIZEU CARDOSO – Natural de Pinheiro-MA (1975), Elizeu Cardoso é escritor, compositor, documentarista e Professor de Geografia. Sua vasta carreira na música já foi reconhecida com prêmios em festivais, entre eles o Festival de Música de Pinheiro (1992), Festival João do Vale de Música Popular (2008) e Fesmap – Canta meu Nordeste (2012), já tendo inclusive composições suas gravadas pela banda The Lions e pelo Boi Pirilampo e sido indicado ao Prêmio Rádio Universidade FM por seu disco “Todos os Cantos”, lançado em 2003. Em 2011, lançou o documentário “Abraão Cardozo: uma vida em Hai-Kai” sobre o poeta e intelectual pinheirense Abraão Cardozo, que já foi considerado o maior orador estudantil do país. Na Literatura, destaca-se pelo realismo mágico de sua obra, formada pelos livros “Dias Amarelos” (2013) e “A Dança dos Ventos” (2016). É membro da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências- APLAC desde 2014, onde ocupa a cadeira de n. 15, cujo patrono é seu tio Abraão Cardozo, e ocupada primeiramente por seu pai, Napoleão Cardoso. Em 2016, alguns dos seus contos foram reunidos no espetáculo “Miúdos Contos Para Gente Graúda” sob a direção de Lívia Lima e Rosa Ewerton, na 10ª Feira do Livro de São Luís.

BETO SCANSSETTE – Natural de Brasília – DF, Carlos Alberto Scanssette Fernandes, conhecido como Beto Scanssette (1973), escreve desde os quinze anos de idade. Filho de maranhenses, reside há mais de trinta anos em São Luís – MA. É Filósofo graduado pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA, (2004) e atua como Professor de Filosofia na rede pública dos municípios de São Luís-MA e Paço do Lumiar-MA. Nas artes, destaca-se como poeta, escritor, músico, compositor, fundador da banda de rock Comportamento Estranho (1994) e do grupo multicultural CordeSias Sonoras (2012). É organizador, junto com Jonero Santos, do livro “Maria: A Nova Sapho” (2016) que resgata a obra de Severiano Antonio de Azevedo, do cordel “O Velho do Saco”, adaptado para o cinema com um curta-metragem homônimo em 2015, “Literatura de Cordel” (2012), “Vila Camará” (2012), “A Amante Desinteressada” (2004), “A Viúva e o Coveiro” (2002), “Comportamento Estranho” (2001), entre outros.